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Resumo O objetivo dos estudos foi avaliar os efeitos da categorização social no comportamento intergrupal quando, na situação intergrupal, nem os cálculos de interesse individual nem atitudes previamente existentes de hostilidade poderiam ser consideradas como determinantes do comportamento discriminatório contra um grupo externo. Essas condições foram satisfeitas no desenho experimental. Na primeira série de experimentos, constatou-se que os sujeitos favoreciam seu próprio grupo na distribuição de recompensas e penalidades reais em uma situação em que nada além da variável da classificação relativamente irrelevante distinguia o grupo interno do grupo externo. Na segunda série de experimentos constatou-se que: 1) o lucro conjunto máximo independente da filiação grupal não afetou significativamente a maneira como os sujeitos dividiram recompensas pecuniárias reais; 2) o lucro máximo para o próprio grupo afetou a distribuição das recompensas; 3) o efeito mais claro na distribuição das recompensas decorreu da tentativa dos sujeitos de alcançar uma diferença máxima entre o grupo interno e o grupo externo, mesmo ao preço de sacrificar outras vantagens 'objetivas'. O desenho e os resultados do estudo são discutidos teoricamente dentro do quadro das normas sociais e expectativas e particularmente em relação a uma norma ‘genérica’ de comportamento do grupo externo prevalente em algumas sociedades.
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Henri Tajfel
M. G. Billig
R. P. Bundy
European Journal of Social Psychology
University of Bristol
Aix-Marseille Université
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Tajfel et al. (Qui,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d7c979a2a48916bbbed963 — DOI: https://doi.org/10.1002/ejsp.2420010202
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