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Suponha que existam duas coleções ou grupos de objetos – moedas, árvores, feijões ou aeronaves – e que não saibamos quantos objetos há. Suponha ainda que, por algum motivo, não possamos contar o número de objetos em nenhum dos grupos. Mesmo assim, alguma propriedade de cada grupo permite que uma pessoa diga que um desses grupos é maior, menor ou igual ao outro grupo. É essa propriedade de uma coleção de objetos que definimos como numeracidade. Poderíamos dizer que numeracidade é aquela propriedade de um grupo de objetos que podemos discriminar, sem contar, quando instruídos a julgar quantos objetos o grupo contém. Desejaremos modificar essa definição posteriormente, como resultado dos experimentos relatados neste artigo, mas ela é adequada para a discussão presente do problema. O julgamento da "numeracidade" pode ser feito de várias maneiras diferentes: (a) pode ser comparativo – mais numeroso ou menos numeroso, maior ou menor, etc.; (b) ou pode ser "absoluto". Há uma forma especial que o julgamento absoluto de numeracidade pode assumir. É chamado de relato direto do número. Nesse método de relato, um numeral é atribuído para representar quantas coisas há em uma determinada coleção de objetos. Após um olhar breve – tão breve que contar é impossível – dizemos 10, 23 ou 250 para indicar que estimamos que o grupo contém 10, 23 ou 250 membros.
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Edward Kaufman
M. W. Lord
T. W. Reese
The American Journal of Psychology
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Kaufman et al. (Sat,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69dc46df4f901957bec10009 — DOI: https://doi.org/10.2307/1418556