Este artigo examina o reconhecimento óptico de caracteres (OCR) sob a ótica da ética arquivística, conforme delineado na Declaração de Valores Fundamentais e Código de Ética da Society of American Archivists (SAA), considerando os debates atuais em torno da inteligência artificial (IA). Uma revisão da literatura destaca desafios persistentes de autenticidade e integridade, transparência e responsabilização, acesso e equidade, além de gestão responsável e sustentabilidade, bem como novas preocupações sobre viés, sustentabilidade e responsabilização no uso de modelos de linguagem de grande escala (LLM). Um estudo de caso descreve testes sistemáticos das arquiteturas LLM, modelo transformer (TM) e rede neural (NN) e examina os desafios na criação de uma ferramenta confiável e escalável de OCR interna chamada Opticolumn. Este estudo de caso conclui que abordagens com redes neurais estão mais alinhadas com a ética arquivística do que as ferramentas LLM, que podem gerar fabricacões, mas que a escolha da ferramenta OCR dependerá das capacidades e preferências das instituições individuais.
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Rebecca Hastings
Andrew Weymouth
Collections A Journal for Museum and Archives Professionals
University of Idaho
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Hastings et al. (Ter,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69e1cfcb5cdc762e9d858be1 — DOI: https://doi.org/10.1177/15501906261439241