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A New Chaucer Society apresentou um painel em sua reunião internacional em julho passado sobre gênero e historicismo. Como participante da audiência, fiquei impressionada com o fato de que, apesar da existência florescente de vinte anos da Society for Medieval Feminist Scholarship, com uma exceção, nem ela nem a palavra "feminismo" foram mencionadas pelo painel ou na discussão que se seguiu. Além disso, vários painelistas expressaram seu desconforto em se identificar com os estudos das mulheres, apesar de sua dedicação pessoal ao feminismo, um desconforto que eu, apesar do meu próprio compromisso com o estudo historicista feminista, compartilho em certa medida. Embora desanimada pelo potencial da chamada era pós-feminista de eclipsar completamente o estudo das mulheres, ao mesmo tempo, não desejo reabordar argumentos e posições que feministas desconstruíram dolorosa e produtivamente através das várias fases da teoria feminista. Feministas medievais que trabalham nos estudos do inglês medieval chegaram a um impasse que espero possamos superar: como podemos trazer questões feministas para o centro da investigação crítica sem parecer que estamos insistindo em notícias antigas?
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Elizabeth Robertson
Tulsa Studies in Women s Literature
ENLIGHTEN (Jurnal Bimbingan dan Konseling Islam)
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Elizabeth Robertson (Qui,) estudou essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/6a0ad2b96f9280a32b5d00a4 — DOI: https://doi.org/10.1353/tsw.2007.a220824
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