RESUMO: Este artigo analisa as iniciativas de professores da Educação Infantil e dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) no retorno às práticas pedagógicas presenciais após o ensino remoto decorrente da pandemia da covid-19. A pesquisa, de abordagem qualitativa, utilizou entrevistas semiestruturadas com oito docentes da Rede Municipal de Araucária (PR). A análise foi realizada segundo Bardin (2016), com auxílio do software Atlas.ti. Os resultados revelam que os professores reformularam suas práticas, ressignificaram o planejamento e fortaleceram a escuta e o olhar para as crianças, priorizando os direitos de aprendizagem previstos na BNCC. Dentre os desafios enfrentados estão lacunas na oralidade, socialização, motricidade e autonomia infantil. Em resposta, os docentes adotaram estratégias como contação de histórias com participação ativa, rodas de conversa, brincadeiras, reconfiguração dos espaços e uso de tecnologias. Conclui-se que o retorno ao presencial exigiu sensibilidade, criatividade e intencionalidade dos professores, evidenciando a importância da escuta ativa, da formação continuada e do planejamento centrado na criança para uma educação infantil mais humanizada, responsiva e conectada com as necessidades do pós-pandemia.
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Michelly Greice Setlik
Pura Lúcia Oliver Martins
Educação em Revista
SHILAP Revista de lepidopterología
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
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Setlik et al. (Wed,) studied this question.
www.synapsesocial.com/papers/69b3aaa802a1e69014ccb6f9 — DOI: https://doi.org/10.1590/0102-469860472